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	<title>Arquivo de Uncategorized - Souza e Moreira Advogados</title>
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	<lastBuildDate>Mon, 31 Aug 2026 14:01:48 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Salário atrasando todo mês? Você pode ter direito à rescisão indireta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Souza e Moreira Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 14:01:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O quinto dia útil chega e o salário não cai. Passam mais alguns dias, vencem aluguel, cartão e contas de casa, até que a empresa finalmente paga e promete que no mês seguinte será diferente. Só que acontece de novo. Depois de algum tempo, o trabalhador começa a pensar em pedir demissão simplesmente para sair [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="PDq2pG_selectionAnchorContainer" data-start="73" data-end="263">O quinto dia útil chega e o salário não cai. Passam mais alguns dias, vencem aluguel, cartão e contas de casa, até que a empresa finalmente paga e promete que no mês seguinte será diferente.</p>
<p data-start="265" data-end="453">Só que acontece de novo. Depois de algum tempo, o trabalhador começa a pensar em pedir demissão simplesmente para sair daquela situação, mesmo sabendo que pode perder direitos importantes.</p>
<p data-start="455" data-end="812">Antes de fazer isso, existe algo que vale conhecer: <strong data-start="507" data-end="620">o atraso reiterado de salários pode, dependendo do caso, permitir a rescisão indireta do contrato de trabalho</strong>. O <span class="contents" data-content-reference-start="624" data-content-reference-end="714"><span class="hover:entity-accent entity-underline inline cursor-pointer align-baseline"><span class="whitespace-normal">Tribunal Superior do Trabalho</span></span></span> reconhece que o atraso habitual no pagamento pode representar descumprimento grave das obrigações do empregador.</p>
<h2 data-section-id="9ltn9g" data-start="814" data-end="843">O que é rescisão indireta?</h2>
<p data-start="845" data-end="1100">A rescisão indireta costuma ser explicada como uma espécie de “justa causa da empresa”. Em vez de o trabalhador simplesmente pedir demissão, ele busca o reconhecimento de que o contrato terminou porque o empregador cometeu uma falta suficientemente grave.</p>
<p data-start="1102" data-end="1360">A <strong data-start="1104" data-end="1189">Consolidação das Leis do Trabalho, conhecida como CLT (Decreto-Lei nº 5.452/1943)</strong> prevê no artigo 483 situações em que isso pode ocorrer. Entre elas está o descumprimento das obrigações do contrato pelo empregador.</p>
<p data-start="1362" data-end="1589">Se reconhecida a rescisão indireta, a forma de encerramento do contrato é diferente de um simples pedido de demissão. Por isso, sair da empresa primeiro e tentar entender os direitos depois pode tornar a situação mais delicada.</p>
<h2 data-section-id="1fpb5ep" data-start="1591" data-end="1632">Atrasar salário uma vez já dá direito?</h2>
<p data-start="1634" data-end="1796">Não é recomendável tratar qualquer atraso pontual como motivo automático para rescisão indireta. A gravidade, frequência e circunstâncias precisam ser analisadas.</p>
<p data-start="1798" data-end="2075">O cenário fica mais preocupante quando o atraso se torna <strong data-start="1855" data-end="1868">reiterado</strong>, deixando o trabalhador constantemente sem saber quando receberá. A jurisprudência do TST reconhece que atrasos contumazes podem caracterizar falta grave do empregador.</p>
<p data-start="2077" data-end="2107">Alguns sinais merecem atenção:</p>
<ul data-start="2109" data-end="2380">
<li data-section-id="wwceii" data-start="2109" data-end="2156">o salário atrasa praticamente todos os meses;</li>
<li data-section-id="1s3bsno" data-start="2157" data-end="2201">existem salários inteiros ainda pendentes;</li>
<li data-section-id="dc7b6w" data-start="2202" data-end="2259">a empresa paga apenas parte e promete completar depois;</li>
<li data-section-id="1dt1umg" data-start="2260" data-end="2317">além dos salários, existem depósitos de FGTS em atraso;</li>
<li data-section-id="eklv31" data-start="2318" data-end="2380">os funcionários precisam cobrar constantemente para receber.</li>
</ul>
<h2 data-section-id="jh79n0" data-start="2382" data-end="2440">E se a empresa também não estiver depositando meu FGTS?</h2>
<p data-start="2442" data-end="2843">Esse ponto ficou ainda mais importante recentemente. Em decisão vinculante no <strong data-start="2520" data-end="2531">Tema 70</strong>, julgada em 24 de fevereiro de 2025 e já transitada em julgado, o TST definiu que a ausência ou irregularidade dos depósitos de FGTS é suficiente para caracterizar descumprimento contratual capaz de justificar a rescisão indireta, sem exigir reação imediata do trabalhador.</p>
<p data-start="2845" data-end="3026">Portanto, quem enfrenta salários atrasados pode também conferir o extrato do FGTS. Às vezes, o problema percebido pelo trabalhador é apenas uma parte das irregularidades existentes.</p>
<h2 data-section-id="1r90cio" data-start="3028" data-end="3121">Qual pode ser a diferença financeira entre pedir demissão e conseguir a rescisão indireta?</h2>
<p data-start="3123" data-end="3268"><em data-start="3123" data-end="3268">Imagine um trabalhador com salário de R$ 2.500 e dois anos completos de empresa que, cansado dos atrasos, pensa simplesmente em pedir demissão.</em></p>
<p data-start="3270" data-end="3477">Em um pedido de demissão, ele não recebe algumas parcelas típicas da dispensa sem justa causa. Se houver fundamento e a Justiça reconhecer a rescisão indireta, porém, podem entrar na discussão parcelas como:</p>
<ul data-start="3479" data-end="3747">
<li data-section-id="15fbvc7" data-start="3479" data-end="3498"><strong data-start="3481" data-end="3497">aviso-prévio</strong>;</li>
<li data-section-id="dtk5ie" data-start="3499" data-end="3530"><strong data-start="3501" data-end="3529">13º salário proporcional</strong>;</li>
<li data-section-id="zydz1n" data-start="3531" data-end="3592"><strong data-start="3533" data-end="3574">férias vencidas e proporcionais + 1/3</strong>, conforme o caso;</li>
<li data-section-id="1dzc1jd" data-start="3593" data-end="3628"><strong data-start="3595" data-end="3627">saque do FGTS e multa de 40%</strong>;</li>
<li data-section-id="11abtbc" data-start="3629" data-end="3689">eventual <strong data-start="3640" data-end="3661">seguro-desemprego</strong>, preenchidos os requisitos;</li>
<li data-section-id="l6yzmj" data-start="3690" data-end="3747">salários e outras parcelas que ainda estejam pendentes.</li>
</ul>
<p data-start="3749" data-end="3986">Somente um aviso-prévio de 36 dias, usando o salário hipotético de R$ 2.500 e dois anos completos de serviço, corresponderia a aproximadamente <strong data-start="3892" data-end="3904">R$ 3.000</strong>. Isso sem calcular FGTS, multa de 40% e demais parcelas eventualmente envolvidas.</p>
<p data-start="3988" data-end="4161"><em data-start="3988" data-end="4024">O exemplo é meramente ilustrativo.</em> O valor real depende do salário, tempo de serviço, férias, depósitos realizados, parcelas já pagas e demais características do contrato.</p>
<h2 data-section-id="pdwxwi" data-start="4163" data-end="4204">Posso simplesmente parar de trabalhar?</h2>
<p data-start="4206" data-end="4540">Esse é justamente um dos pontos em que o trabalhador precisa ter cuidado. Embora a CLT trate das possibilidades relacionadas ao afastamento em determinadas hipóteses do artigo 483, <strong data-start="4387" data-end="4501">não é recomendável simplesmente abandonar o emprego presumindo que depois a rescisão indireta será reconhecida</strong>.</p>
<p data-start="4542" data-end="4755">Se a falta grave não for reconhecida, podem surgir consequências diferentes das esperadas. Por isso, quando a intenção é sair por culpa da empresa, vale analisar a estratégia antes de tomar uma decisão definitiva.</p>
<h2 data-section-id="5bkjx8" data-start="4757" data-end="4784">Que provas devo guardar?</h2>
<p data-start="4786" data-end="4954">Quem recebe salário atrasado normalmente já possui rastros simples da situação. Extratos bancários mostrando as datas dos depósitos podem ser especialmente importantes.</p>
<p data-start="4956" data-end="4976">Também podem ajudar:</p>
<ul data-start="4978" data-end="5179">
<li data-section-id="1bx10yl" data-start="4978" data-end="5018">holerites e comprovantes de pagamento;</li>
<li data-section-id="1o67kdb" data-start="5019" data-end="5037">extrato do FGTS;</li>
<li data-section-id="p73jnc" data-start="5038" data-end="5068">mensagens cobrando salários;</li>
<li data-section-id="1l9eeqd" data-start="5069" data-end="5113">respostas da empresa justificando atrasos;</li>
<li data-section-id="o78i98" data-start="5114" data-end="5137">comunicados internos;</li>
<li data-section-id="1lcsqz8" data-start="5138" data-end="5179">colegas que vivenciam a mesma situação.</li>
</ul>
<p data-start="5181" data-end="5359">Não é necessário saber calcular sozinho tudo o que estaria pendente. O mais importante inicialmente é conseguir demonstrar <strong data-start="5304" data-end="5358">o que deveria ser pago e o que realmente aconteceu</strong>.</p>
<h2 data-section-id="3ngezz" data-start="5361" data-end="5391">Seu salário vive atrasando?</h2>
<p data-start="5393" data-end="5563">Se os atrasos deixaram de ser exceção e viraram parte da rotina, não conclua automaticamente que suas únicas opções são continuar suportando a situação ou pedir demissão.</p>
<p data-start="5565" data-end="5696"><strong data-start="5565" data-end="5635">A rescisão indireta pode ser uma alternativa em determinados casos</strong>, mas precisa ser analisada antes de uma decisão precipitada.</p>
<p data-start="5698" data-end="5773">Fale com a equipe da Souza e Moreira Advogados para analisarmos o seu caso.</p>
<p data-start="5775" data-end="5812"><span class="contents" data-content-reference-start="5739" data-content-reference-end="5978"><span class="" data-state="closed"><a class="decorated-link cursor-pointer" href="https://wa.me/5531936181958?text=Ol%C3%A1%21+Vim+do+site.+Meu+sal%C3%A1rio+est%C3%A1+atrasando+e+gostaria+de+entender+se+posso+pedir+rescis%C3%A3o+indireta.&amp;utm_source=site" target="_blank" rel="noopener">Falar com Advogado Trabalhista pelo WhatsApp</a></span></span></p>
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		<title>Trabalha sem horário de almoço ou faz intervalo menor? Você pode ter horas a receber</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Souza e Moreira Advogados]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Aug 2026 13:57:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Você entra às 8h, deveria parar uma hora para almoçar, mas quase nunca consegue. Come rapidamente em 15 ou 20 minutos e volta porque tem cliente esperando, falta funcionário ou o chefe simplesmente diz que naquele dia “não dá para parar”. Depois de meses, isso vira rotina e parece normal. Só que trabalhar sem o [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p class="isSelectedEnd">Você entra às 8h, deveria parar uma hora para almoçar, mas quase nunca consegue. Come rapidamente em 15 ou 20 minutos e volta porque tem cliente esperando, falta funcionário ou o chefe simplesmente diz que naquele dia “não dá para parar”.</p>
<p class="isSelectedEnd">Depois de meses, isso vira rotina e parece normal. Só que <strong>trabalhar sem o intervalo correto pode gerar valores a receber</strong>, mesmo que você tenha aceitado essa dinâmica para não criar problema no emprego.</p>
<h2>Quanto tempo de almoço o trabalhador deve ter?</h2>
<p class="isSelectedEnd">A <strong>Consolidação das Leis do Trabalho, conhecida como CLT (Decreto-Lei nº 5.452/1943)</strong> estabelece, no artigo 71, que jornadas superiores a seis horas devem ter intervalo para repouso e alimentação de, em regra, pelo menos uma hora. A própria legislação permite situações específicas de redução, inclusive por negociação coletiva, por isso é necessário analisar cada contrato.</p>
<p class="isSelectedEnd">O ponto importante é que o intervalo não existe apenas para o trabalhador comer. Ele é um período de descanso dentro da jornada e <strong>não deveria existir apenas no papel enquanto o empregado continua trabalhando</strong>.</p>
<h2>“Eu bato o ponto do almoço, mas continuo trabalhando”</h2>
<p class="isSelectedEnd">Esse é um cenário muito comum. O sistema registra uma hora de intervalo, mas o funcionário continua atendendo clientes, respondendo mensagens, organizando mercadorias ou aguardando ordens da empresa.</p>
<p class="isSelectedEnd">Nesse caso, o registro do ponto pode não refletir o que realmente acontecia. A realidade da jornada pode ser demonstrada por outros meios, especialmente quando essa prática era frequente.</p>
<p class="isSelectedEnd">Alguns sinais merecem atenção:</p>
<ul data-spread="false">
<li>o ponto registra uma hora, mas você descansava apenas alguns minutos;</li>
<li>o gerente mandava registrar o intervalo e continuar trabalhando;</li>
<li>você precisava permanecer disponível durante o almoço;</li>
<li>havia dias em que sequer conseguia parar;</li>
<li>colegas de trabalho presenciavam essa rotina.</li>
</ul>
<h2>O que acontece quando o intervalo não é respeitado?</h2>
<p class="isSelectedEnd">Após a Reforma Trabalhista (Lei nº 13.467/2017), o artigo 71 da CLT prevê que a concessão parcial ou a ausência do intervalo mínimo gera o pagamento <strong>do período efetivamente suprimido</strong>, com acréscimo de 50%.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em termos simples, se você deveria descansar uma hora e usufruía apenas 20 minutos, é preciso analisar os <strong>40 minutos que deixaram de ser concedidos</strong>, observadas as regras aplicáveis ao período trabalhado.</p>
<p class="isSelectedEnd">Isso também significa que não é correto simplesmente pegar qualquer jornada e afirmar automaticamente que existe determinado valor a receber. Datas, registros de ponto, convenção coletiva e rotina efetiva precisam ser considerados.</p>
<h2>Quanto um intervalo reduzido pode representar?</h2>
<p class="isSelectedEnd"><em>Imagine uma atendente que recebe R$ 2.500 por mês, trabalha 44 horas semanais e deveria usufruir uma hora de intervalo. Durante dois anos, porém, ela conseguia descansar apenas 20 minutos por dia, de segunda a sexta.</em></p>
<p class="isSelectedEnd">Utilizando uma conta simplificada, sua hora normal seria de aproximadamente R$ 11,36. Os 40 minutos diários não concedidos, acrescidos de 50%, poderiam representar aproximadamente <strong>R$ 250 por mês</strong>, considerando cerca de 22 dias trabalhados.</p>
<p class="isSelectedEnd">Em dois anos, somente essa diferença poderia se aproximar de <strong>R$ 6 mil</strong>.</p>
<p class="isSelectedEnd"><em>Esse é apenas um exemplo ilustrativo.</em> O valor real depende do salário, jornada, quantidade de dias trabalhados, período contratual, norma coletiva e tempo de intervalo efetivamente usufruído.</p>
<h2>“Mas eu podia almoçar dentro da empresa”</h2>
<p class="isSelectedEnd">Almoçar dentro da empresa não é, por si só, um problema. A questão é saber se durante aquele período você realmente podia interromper o trabalho ou se continuava à disposição.</p>
<p class="isSelectedEnd">Uma recepcionista que almoça na copa e possui seu período de descanso é uma situação. Outra bem diferente é aquela em que ela precisa interromper constantemente a refeição para atender telefone, receber clientes ou resolver demandas.</p>
<p class="isSelectedEnd"><strong>O nome dado ao período não é mais importante do que aquilo que realmente acontecia.</strong></p>
<h2>Como provar que eu não fazia o intervalo completo?</h2>
<p class="isSelectedEnd">Os registros de ponto são importantes, mas não são necessariamente a única prova. Dependendo do caso, a rotina pode ser reconstruída com documentos e testemunhas.</p>
<p class="isSelectedEnd">Podem ajudar:</p>
<ul data-spread="false">
<li>espelhos de ponto;</li>
<li>mensagens enviadas durante o suposto intervalo;</li>
<li>registros de atendimento ou acesso ao sistema;</li>
<li>escalas;</li>
<li>câmeras ou outros registros disponíveis;</li>
<li>colegas que trabalhavam no mesmo horário.</li>
</ul>
<p class="isSelectedEnd">Se você ainda trabalha na empresa e consegue acessar seus espelhos de ponto, <em>guardar cópias periodicamente pode ser útil</em>, especialmente porque esse acesso pode desaparecer depois da demissão.</p>
<h2>Trabalha sem horário de almoço? Veja se o seu caso merece análise</h2>
<p class="isSelectedEnd">Se você trabalha mais de seis horas por dia e <strong>frequentemente não consegue usufruir o intervalo previsto</strong>, vale entender exatamente como essa jornada funciona.</p>
<p class="isSelectedEnd">Preste atenção principalmente se o intervalo aparece normalmente no ponto, mas não acontece na prática, se você precisa trabalhar enquanto come ou se a redução ocorre quase todos os dias.</p>
<p class="isSelectedEnd">Você não precisa calcular sozinho quantos minutos ficaram faltando ou quanto isso representa. É possível começar analisando sua jornada, seus registros e a forma como o intervalo realmente acontecia.</p>
<h2>Seu intervalo não é respeitado? Podemos analisar o seu caso</h2>
<p class="isSelectedEnd">Se você <strong>trabalha ou trabalhou sem horário de almoço, fazia intervalos muito menores ou registrava o intervalo e continuava trabalhando</strong>, pode existir diferença trabalhista a ser analisada.</p>
<p class="isSelectedEnd">Fale com a equipe da Souza e Moreira Advogados para entendermos sua rotina e verificarmos o seu caso.</p>
<p><a href="https://wa.me/5531936181958?text=Ol%C3%A1%21+Vim+do+site.+Trabalho+ou+trabalhei+sem+conseguir+fazer+meu+hor%C3%A1rio+de+almo%C3%A7o+corretamente+e+gostaria+de+analisar+meu+caso.&amp;utm_source=site"><strong>Falar com Advogado Trabalhista pelo WhatsApp</strong></a></p>
<p>O conteúdo <a href="https://souzaemoreira.com.br/trabalhar-sem-horario-almoco-intervalo/">Trabalha sem horário de almoço ou faz intervalo menor? Você pode ter horas a receber</a> aparece primeiro em <a href="https://souzaemoreira.com.br">Souza e Moreira Advogados</a>.</p>
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